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Assembleia celebra o aniversário de 50 anos do Balé Teatro Guaíra

Referência na dança contemporânea, o Balé Teatro Guaíra (BTG), o terceiro mais antigo do Brasil e uma das mais importantes companhias oficiais do país, está completando 50 anos, e será homenageado na terça-feira (16), pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), durante uma sessão especial. “A arte faz a diferença”, afirmou Mônica Rischbieter, diretora-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, ao falar sobre a importância da Companhia e o caminho trilhado nestas cinco décadas.O momento do cinquentenário, segundo Mônica Rischbieter, destaca a relevância das atividades promovidas pelo Guaíra, que tem o compromisso de democratizar o acesso à cultura e de descentralizar suas ações. Mas, disse ela, essa é a hora de enfatizar a excelência do balé, mantido por recursos públicos do Governo do Paraná. “Este é o momento especial do nosso Balé, que está comemorando 50 anos. Estamos muito honrados com a homenagem que vamos receber na Assembleia”, declarou. Ela recordou ainda, durante a entrevista ao falar da história e da trajetória da Companhia, que seu primeiro contato com o balé do Guaíra aconteceu quando foi aluna da Escola de Dança. “Mas, não deu muito certo”, brincou.A diretora Cintia Napoli, do Balé Teatro Guaíra, que ingressou na Companhia como bailarina, também falou sobre o orgulho de fazer parte dessa história. “É uma companhia que amo de paixão, amo a dança”, frisou. Segundo Cintia, esse momento não estaria completo sem uma programação especial que incluiu uma turnê realizada em sete cidades do interior do Paraná, atraindo um grande público. Em Ponta Grossa, por exemplo, os paranaenses prestigiaram os espetáculos “Carmen” e, em Cascavel, “O Segundo Sopro”. Em Curitiba, aconteceu uma mostra de repertório com os maiores sucessos de sua história em seis sessões, com público de 13,2 mil pessoas.Elas lembraram ainda que essa trajetória de sucesso, o prestígio conquistado pelo BTG, é consequência de um trabalho diário de muita dedicação à dança ao longo desses 50 anos. “Um bailarino ensaia, diariamente, seis horas”, observou Cintia. Ambas destacaram que além dos artistas, as obras apresentadas nos palcos para o público paranaense, de outros estados e do exterior, representam os resultados da dedicação de uma equipe que inclui técnicos e profissionais de persas áreas.Investimentos – Para o deputado Goura (PDT), que faz parte da Comissão de Cultura da Assembleia, e é o proponente da homenagem, é fundamental “valorizar a arte, a cultura, os artistas paranaenses”. “E, o balé do Guaíra é formado por um corpo extremamente dedicado”, acrescentou. Ele contou que costuma levar as filhas – Sofia, 10 anos, e Tulasi, 7 anos – aos espetáculos no teatro, em Curitiba. E, disse que considera essencial que se construa cada vez mais políticas públicas voltadas para o setor. O parlamentar também defendeu a implementação de ações, de iniciativas que permitam o acesso de todos os públicos aos eventos culturais.O deputado Goura anunciou que está fazendo um estudo com a finalidade de apresentar uma proposta, já agora no segundo semestre quando serão discutidas a Lei Orçamentária Anual (LOA) e o Plano Plurianual (PPA), visando aumentar os recursos públicos destinados à cultura. Hoje, de acordo com o parlamentar, o Paraná investe apenas em torno de 0,18% do orçamento na área. Estudos apontam que o ideal é um percentual de 1,5%. “Queremos propor um crescimento gradual deste percentual”, frisou.Convite – Goura fez ainda um convite a todos os paranaenses para que participem dessa sessão de celebração do aniversário do BTG, que vai começar às 19 horas, será realizada no Plenário da Assembleia e contará com uma performance dos bailarinos. Citou também que a solenidade acontece por sugestão do ex-deputado Rasca Rodrigues. “Todos estão convidados para participar dessa homenagem ao nosso balé Guaíra, que é referência para o Brasil”, disse.História – O Balé Teatro Guaíra foi criado pelo Governo do Estado do Paraná em 1969. O Corpo de Baile da Fundação Teatro Guaíra, como então se chamava, teve como primeiros diretores Ceme Jambay e Yara de Cunto, estreando com os ballets: “Concerto Abstrato” (Stoltzel), “Pas de Trois” (Helsted), Grand Pas Classique” (Auber), “Impacto”, “Divertissement” (Meierber).Durante seu percurso, o BTG realizou mais de 140 coreografias, com obras importantes e de renomados coreógrafos passando a integrar o repertório do BTG. Entre elas, destaca-se o “O Grande Circo Místico”, inspirada no poema de Jorge de Lima com música de Edu Lobo e Chico Buarque, especialmente composta para o Ballet Guaíra (como era conhecido na época), com roteiro de Nahum Alves de Souza, que consagrou o BTG, tornando-o conhecido também internacionalmente.A estreia foi em 1983 e Cintia Napoli estava no palco: ela fazia parte do elenco de bailarinos. “Foi um momento muito importante. Mas, todas as obras das quais já participei foram especiais, todos os momentos foram importantes”, disse. Atualmente a companhia conta com 23 bailarinos e apresenta um repertório focado na persidade da dança contemporânea.Na TV – O deputado Goura, Monica Rischbieter, diretora-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, e Cintia Napoli, diretora do Balé Teatro Guaíra, são os convidados do programa “Assembleia Entrevista” que está sendo exibido durante a programação da TV Assembleia. Neste programa especial, que pode ser acessado através do nosso canal do Youtube (https://bit.ly/2LfzToT), eles falam sobre os 50 anos do BTG.
11/07/2019 (00:00)
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